A felicidade penetra no corpo do amor
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terça-feira, 22 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Trânsito da cidade

Andando de carro
Quase entrando na contramão
Ao dirigir, fico a pensar que te perdi
Passo na lombada
O coração chora, grita e se desespera.
Numa velocidade de 130, 140, 220, 240
O carro se manda na pista
Saindo fora de mim
Já queria ver meu fim.
Ao parar o carro no trânsito do engarrafamento
Os olhos ficam a chorar
A alma gritando
E o coração sofrendo
Em saber que te perdi no trânsito da cidade.
Gracielly Castro
Quase entrando na contramão
Ao dirigir, fico a pensar que te perdi
Passo na lombada
O coração chora, grita e se desespera.
Numa velocidade de 130, 140, 220, 240
O carro se manda na pista
Saindo fora de mim
Já queria ver meu fim.
Ao parar o carro no trânsito do engarrafamento
Os olhos ficam a chorar
A alma gritando
E o coração sofrendo
Em saber que te perdi no trânsito da cidade.
Gracielly Castro
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Uma folha

Numa folha qualquer
Desenhei meu segredo
Debaixo de versos
Que liberava energia.
Dentro da fantasia
Vou revelando as letras
Vou formando
Minhas poesias.
Fico a sonhar
Numa noite de luar
Os sorrisos
Vêm me visitar.
A noite transforma
Meu coração é um palhaço
As frases e recados
Ficam a me seduzir.
Uma folha fica rindo a toa
E meus sentimentos
Ficam a rabiscar
Desenhando as formas
Como vou te amar.
Gracielly Castro
Desenhei meu segredo
Debaixo de versos
Que liberava energia.
Dentro da fantasia
Vou revelando as letras
Vou formando
Minhas poesias.
Fico a sonhar
Numa noite de luar
Os sorrisos
Vêm me visitar.
A noite transforma
Meu coração é um palhaço
As frases e recados
Ficam a me seduzir.
Uma folha fica rindo a toa
E meus sentimentos
Ficam a rabiscar
Desenhando as formas
Como vou te amar.
Gracielly Castro
Pensando na vida
De um lado para o outro eu fico no meu quarto. Por alguns instante fiquei a chorar para clarear o desejo de viver, fico a escutar a madrugada de uma forma tão linda, que achava que o silêncio diolagava com meu "eu".
Parei, deitei na cama, olhei para o meu rosto e comcei a
falar:
"Não adianta reclamar, por uma coisa que é passado, onde o tempo está tentando deletar, e as marcas estão machucando. Para esquecer essa dor vou ter que acessar o amor, e excluir a solidão".
É, a vida continua e daqui a pouco é um novo dia! Então abri a janela e vi a linda lua brilhar, e meus anseios desabrocharem. Agora vou convivendo com a solidão e o amor. Vou tentando apagar e detonar essa tal de
decepção e construir a esperança.
Gracielly Castro
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